Passageiros especiais, como idosos, pessoas com problemas de saúde, portadores de deficiência física,
gestantes e passageiros com crianças pequenas devem ser os primeiros a embarcar no avião.

GRÁVIDAS:
As empresas aéreas exigem atestado médico de mulheres que estejam viajando até quatro semanas antes da data prevista
para o parto ou que tenham complicações na gestação. O atestado deve ser emitido durante a semana que antecede o embarque.
Mesmo com autorização médica, as grávidas não devem viajar sete dias antes ou sete dias depois do parto.
Também não é indicado que recém-nascidos embarquem na primeira semana de vida.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES:
Crianças com menos de 2 anos pagam apenas 10% da tarifa normal, mas devem viajar no colo do acompanhante.
Passageiros com idade entre 2 e 12 anos incompletos pagam 67% do valor da passagem de adulto, com direito a assento.
Vôos nacionais, menores de 12 anos precisam de autorização judicial quando não estiverem acompanhados dos pais ou responsáveis.
A autorização não é exigida se a criança estiver junto de maiores de 21 anos com autorização dos responsáveis ou que sejam
parentes próximos - irmãos, tios, avós e bisavós. Em geral, adolescentes de 12 a 18 anos com carteira de identidade ou certidão de
nascimento podem viajar desacompanhados, mas a regra pode variar de acordo com o Juizado de Menores de cada área.
Em viagens internacionais, menores de 18 anos desacompanhados só podem viajar com autorização.
Caso o menor esteja com apenas um dos pais, deve ter a autorização do outro.
Crianças com menos de 12 anos ficam aos cuidados de funcionários da empresa aérea, tanto a bordo como em terra.

DEFICIENTES FÍSICOS:
Os portadores de deficiência física têm direito a assistência das companhias aéreas, aeroportos e empresas
que prestam serviços auxiliares. Eles devem avisar com antecedência quais são suas necessidades e, obrigatoriamente,
se precisam de algum cuidado ou atendimento especial. O embarque de portadores de deficiência é feito sempre 20 minutos antes
dos demais passageiros. Se necessário, eles podem usar suas próprias cadeiras de rodas para ir até o avião. Os aparelhos utilizados
por deficientes físicos são considerados bagagem prioritária e podem ser levados dentro da cabine de passageiros gratuitamente.
O portador de deficiência geralmente pode decidir se precisa ou não de acompanhante, cuja presença só é exigida pela empresa
quando o passageiro não for auto-suficiente. Neste caso, o acompanhante paga 20% do valor da tarifa.

DEFICIENTES VISUAIS:
Deficientes visuais ou auditivos podem levar seus cães auxiliares, sem pagar nenhuma taxa extra, desde que o animal tenha um
atestado de sanidade. O cão viaja na cabine de passageiros, no chão da aeronave, preso a uma coleira e com protetor de focinho.

PASSAGEIROS COM PROBLEMAS DE SAÚDE:
Pessoas que precisam de atenção especial durante o vôo ou que devem viajar de maca só podem embarcar se estiverem
acompanhados por um médico ou enfermeiro. A companhia aérea deve ser avisada com antecedência sobre a necessidade
de macas, ambulâncias, cadeiras de rodas e atendimento especial. Em casos de problemas de saúde que possam ser agravados durante o vôo, o viajante tem de passar pelo setor médico da companhia, que determinará a viabilidade da viagem.




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